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	<title>Arquivo de novos talentos - Imprensa Nerd</title>
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	<description>Notícias de games, cinema, animes e muito mais !</description>
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		<title>Anime, o japão quer liderar antes da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiano Siqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 21:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANIMES E MANGÁS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O anime virou um fenômeno mundial Não tem como negar: o anime se tornou um dos pilares do entretenimento global. Sucessos como Attack on Titan, &#8230; </p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.imprensanerd.com.br/animes-e-mangas/anime-o-japao-quer-liderar-antes-da-china/">Anime, o japão quer liderar antes da China</a> aparece primeiro em <a href="https://www.imprensanerd.com.br">Imprensa Nerd</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff9900;">O anime virou um fenômeno mundial</span></strong></p>
<p>Não tem como negar: o anime se tornou um dos pilares do entretenimento global. <span class="mark2 currentSentence multi_Sentences cursir" data-countername="2">Sucessos como Attack on Titan, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen conquistaram milhões de fãs no mundo todo.</span></p>
<p>Com todo esse crescimento, o <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.imprensanerd.com.br/tag/anime">Japão</a></span> agora está repensando como sua indústria de animação funciona — e, principalmente, como lidar com a concorrência que vem crescendo em países como a China.</p>
<h2><strong><span class="mark2 currentSentence multi_Sentences cursir" style="color: #ff9900;" data-countername="3">Animes valem mais que aço e chips no Japão</span></strong></h2>
<p>De acordo com o Financial Times, a chamada “indústria de conteúdo” do Japão — que inclui games, mangás, filmes e animes — cresceu muito nos últimos 10 anos. <span class="mark2 currentSentence multi_Sentences cursir" data-countername="4">Entre 2013 e 2023, as vendas internacionais chegaram a 5,8 trilhões de ienes (cerca de 39,7 bilhões de dólares).</span></p>
<p><span class="mark2 currentSentence multi_Sentences cursir" data-countername="5">Hoje, o que o Japão exporta de entretenimento já vale mais do que aço, produtos petroquímicos e até semicondutores.</span> Quem confirmou isso foi Keiji Ota, executivo da Toho (sim, a mesma empresa dos filmes do Godzilla). Segundo ele, &#8220;o poder das histórias japonesas está sendo reconhecido no mundo todo&#8221;.</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">O problema tá dentro da própria indústria</span></strong></h2>
<p>Mesmo com todo esse sucesso, o setor ainda tem sérios problemas. Projetos como o &#8220;Cool Japan&#8221; — um programa do governo pra divulgar a cultura japonesa no mundo — ajudaram bastante. <span class="mark2 currentSentence multi_Sentences cursir" data-countername="6">Plataformas como a Crunchyroll, disponível em mais de 200 países, também.</span></p>
<p>Mas o jeito que o mercado funciona hoje não é nada eficiente. Segundo o jornalista japonês-americano Roland Kelts, “os intermediários ganham muito dinheiro, mas quase nada vai pra quem realmente cria”.</p>
<p>Basicamente, os estúdios de anime e os distribuidores dividem os lucros. Só que quem desenha, anima e escreve as histórias acaba ficando com a menor fatia. Antigamente, o esquema era vender uma licença única pra tudo. Agora, a ideia é negociar os direitos separadamente em cada região, como explicou Ota, da Toho.</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">A ameaça vem da China</span></strong></h2>
<p>Além da grana mal dividida, tem outro problema batendo na porta: a falta de novos talentos.<br />
Com a morte de nomes lendários como Kentaro Miura (Berserk) em 2021 e Akira Toriyama (Dragon Ball) em 2024, a indústria se viu obrigada a olhar pra frente. Minoru Kiuchi, ministro da Segurança Econômica do Japão, mandou a real: “Os criadores estão envelhecendo. Precisamos formar novos talentos aqui. Se não, a China e outros países vão acabar criando esses profissionais”.</p>
<p>E a China não está de brincadeira. Em fevereiro de 2025, o país lançou Nezha 2, um filme de animação que já arrecadou incríveis 2,1 bilhões de dólares. O longa ainda teve lançamento nos EUA, Austrália e Nova Zelândia.</p>
<h2><span style="color: #ff9900;"><strong>Hora de valorizar quem realmente cria</strong></span></h2>
<p>Se o Japão quiser continuar na liderança, vai precisar investir pesado nos criadores. Isso significa melhorar os salários e combater a exploração, algo que infelizmente ainda é comum na indústria de animação.</p>
<p>Claro, mudar tudo isso não vai ser fácil. Mas o futuro pode ser promissor. Segundo um relatório de 2024 da Jefferies, o mercado global de anime pode dobrar até 2030 — passando de 31,2 bilhões para 60,1 bilhões de dólares.</p>
<p>Ou seja: tem muito dinheiro em jogo. E o Japão sabe que, se quiser continuar como referência, vai ter que cuidar melhor dos seus artistas antes que a concorrência leve todos embora.</p>
<p>&nbsp;</p>
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